Moda

Gênero neutro: a revolução

Bom dia meninas,como estão!?

Hoje eu trago um post um pouco diferente,na verdade é uma repostagem com um assunto super bacana que encontrei no huffpost.com.

É uma matéria que aborda a questão do Gênero Neutro e como as marcas de moda estão se adaptando a esse novo estilo de público.

As marcas não estão entendendo o que é fazer roupas sem gênero
Quando a estilista Coco Chanel criou roupas para mulheres baseadas no que os homens vestiam, na década de 20, mal imaginava que hoje o conceito de peças “sem gênero” seria tão discutido e apoiado.

Se você é mulher e gosta de usar camisetas, provavelmente já visitou a área masculina das lojas para ver se encontrava algo que lhe agradasse, não é? O mesmo para homens que compram calças skinny feitas – originalmente – para o público feminino.

Os consumidores da nova geração estão em busca de roupas que lhe agradam, independente se foram criadas para um gênero específico. Se gostou, qual o problema em levar pra casa e usar no dia a dia?

A moda sem gênero ficou mais forte em 2015 nas passarelas das semanas de moda. O desfile da Gucci assinado por Alessandro Michele com peças feitas tanto para homens e mulheres trouxe novos ares para o mercado. Com a iniciativa vieram Rick Owens, Alexandre Herchcovitch, Dudu Bertholini (já adepto ao ungendered) e outros estilistas que apostaram em um estilo sem regras.

Só que, aparentemente, algumas marcas estão abraçando a causa de uma maneira errada. A Zara lançou uma coleção sem gênero este mês em uma tentativa de mostrar que está se adequando `as mudanças das passarelas. Digo ‘tentativa’ porque a coleção mais parece algo como Outono-Inverno Pijama Season que roupas sem distinção de sexo. A coleção é composta por moletons na cor cinza, camisas largas, calças de pijama e casacos em verde musgo.

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Cadê o diferencial? Cadê os moços com vestidos ou usando cores “de mulher” tipo rosa, com uma estampa floral ou uma com desenho infantil? Isso nós encontramos na seção feminina da loja, mas e na masculina?

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Outra marca que entrou na tendência foi a C&A, líder do varejo brasileiro, que fez uma campanha bem interessante com direito a um vídeo gritando liberdade de expressão, mudanças e ousadia. Todo mundo pelado correndo em direção `as roupas que querem usar. Tem até um homem colocando o que talvez seja um vestido, já que só foram dois segundos de uma cena que seria algo revolucionário no mercado da moda brasileira.e

Todo o auê pra luta, mas as fotos de divulgação são mais do mesmo: mulheres vestido “roupas de mulheres” e homens com “roupas de homens”. É como se estivessem tentando colocar a ideia na prática, mas com medo de perderem vendas pela própria ousadia incentivada na campanha.

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Criar roupas sem gênero não significa colocar uma cartela cinza e branco pra todas as peças. Assim como as mulheres, existem homens que também querem usar muitas cores, flores, bichinhos e frases meigas. Mesmo que as roupas sejam para todos – homens e mulheres – é preciso pensar que as modelagens podem ser diferentes. As mulheres querem usar o que tem no guarda-roupa masculino, porém tem que cair bem no corpo (e o mesmo pros homens).

Parece complicado, mas fazer moda sem colocar rótulos é fácil: é só não criá-los.

Texto escrito por Nadia Schmidt.

Super interresante ne, atualmente essa quebra de rótulos e tabus cresce cada vez mais,e cabe a nós e ao mercado nos renovar e abrir a cabeça para novas ideias.

Por hoje é isso,espero que tenham gostado!Beijos ❤

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6 comentários em “Gênero neutro: a revolução

  1. Nossa.. Decepção mesmo essa coleção da Zara, em? Acho que tem que tomar muito cuidado na hora de inovar com uma coisas dessas, senão vira essa linha “pijama” que nem o texto disse! Hahaha. Achei muito estilo “roupa pra ficar em casa em dia de chuva”. Tomara que a Zara reinvente esse conceito, gosto muito das linhas de lá (sem contar que a proposta é boa, haha). Beijo!
    http://www.maridx.wordpress.com

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    1. Com certeza ne Cami,até porque essas peças estão mais sem graça que pijama e roupa de faxina kkkk…
      Fantástica essa ideia de neutro,também adoro,e isso vai muito além de ser apenas uma tendência,na verdade é o próprio consumidor evoluindo e saindo da zona de conforto, em busca de novas experiências e quebras de tabu.
      Beijooos lindaa

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  2. Nossa, pelo amor de Deus… a Zara decepcionou geral com essa coleção. Não gostei não. Quis puxar tanto o “sem gênero” que acabou ficando é “sem graça”… parecendo mais aquelas roupas que usamos para ficar em casa rsrs.
    Mas eu estou adorando a alta da questão coleções “sem gênero”, acho que é bacana para os consumidores e para as marcas. Só tem que saber investir e desenvolver corretamente.
    Show seu post!!! beijão

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    1. Ficou muito apelativo e com uma ideia super conforto e pijama ne rsrsr,fugiu da questão que é peças com cores,estampas e modelagens para ambos os gêneros sem rotular quem deve usar.
      Com certeza Dani,o conceito do gênero neutro já é bem conhecido,agora só falta saber desenvolver e na verdade de readaptar a esse novo estilo,criar sem separar masculino de feminino e sem pré definições…tomara que em breve alguma marca capte a essência desse consumidor.
      Fico muito feliz que tenha gostado!Beijãoo

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